De acordo com o proprietátio, Fernando Santos Felipe, adotar os animais para que eles fiquem na loja foi uma maneira de interagir ainda mais com os clientes, além de dar um lar aos animais que precisavam de acolhimento. "Muitas pessoas vão à loja para vê-los, tiram fotos. Principalmente crianças, que vão para ver os gatinhos de crachá. Elas adoram".
Adoção
Os dois pets foram adotados por Fernando. Primeiro, veio Bigode, que hoje tem 6 anos. A história dele, assim como da maioria dos animais que estão em ONGs, é triste. Ele era de um casal de idosos, que morreu de covid-19. Sem ter com quem ficar, ele foi parar numa ONG.
Madalena, que tem 4 anos, também estava para adoção e acolhida por Felipe para ser uma companhia ao Bigode. E a dupla deu certo. Ambos convivem na loja, alegram funcionários e demais pessoas que passam por ali.
A ideia do crachá veio há um ano, como uma brincadeira de Felipe. "Brincava, falando que eles só comiam e que tinham que trabalhar também. Então, minha esposa, Nayara Ribeiro Ferreira Felipe, comprou os crachás", lembra.
Segurança
Ambos são castrados e vivem livres na loja. Porém, de noite, eles ficam somente dentro do estabelecimento. O crachá, além de ser uma forma de interagir com as pessoas, também é uma maneira de garantir mais segurança aos animais, pois na parte de trás da plaquinha há informações sobre eles e de onde são.
Já quanto ao pagamento desses funcionários especiais, ração, petiscos e carinhos ilimitados, finaliza Felipe.