Alterado
Quando as fiscais explicaram que o decreto municipal em vigor não permite o funcionamento de salões e barbearias, nem mesmo com atendimento em domicílio, o cabeleireiro teria se alterado.
Ele teria argumentado que o Calçadão está funcionando e que a fiscalização na barbearia dele seria uma postura política.
As fiscais preencheram para entregar ao investigado uma notificação, informando que deveria cumprir o decreto, suspendendo totalmente as atividades, sob risco de ser responsabilizado se persistisse infringindo a lei.
Trancadas
Nesse momento, ele teria pego as chaves do salão e trancado as portas, impedindo as fiscais de saírem do prédio.
Ainda de acordo com o relato feito à polícia, o cabeleireiro teria dito “daqui vocês não saem e podem chamar quem vocês quiserem” , mantendo-as sob constrangimento pelo período de 5 a 10 minutos.
Elas contaram que só conseguiram sair quando uma mulher que estava no salão tomou a chave das mãos do proprietário e abriu a porta.
Segundo as vítimas, durante o tempo que permaneceram no salão elas foram filmadas com um celular e acreditam que a porta só foi aberta porque disseram que iriam acionar a Polícia Militar. O caso será investigado.
