Polícia

Delegado Sebastião Biazi, de Jales, morre por complicações da covid-19

Estava internado havia 16 dias na Santa Casa de Jales e teve a morte confirmada na manhã deste sábado

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
26/03/22 às 10h12
O delegado Sebastião Biazi (óculos escuro), chefiou operação em Araçatuba em 2019 (Foto: Lázaro Jr./Arquivo)

O delegado Sebastião Biazi, 70 anos, coordenador da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jales (SP), morreu na manhã deste sábado (26) em decorrência de complicações da covid-19.

Segundo o hospital, ele estava internado para tratamento havia 16 dias e a morte foi em decorrência de uma parada caridiorrespiratória, pouco depois das 6h30. Por volta das 10h, o corpo permanecia no hospital, aguardando equipe da funerária para ser recolhido.

Segundo o que foi apurado pelo Hojemais Araçatuba , o delegado inicialmente ficou internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Covid, mas após o término do período de transmissão da doença, foi transferido para a UTI convencional, onde permaneceu em tratamento.

O estado de saúde dele era considerado grave e, segundo a imprensa local, nesta semana a condição clínica do paciente piorou, em decorrência de uma infecção e quadro de pneumonia, além de possível necessidade de hemodiálise.

Ainda não há informações sobre velório e enterro.

Atuação

Apesar de atuar na região de Jales, Biazi era conhecido em Araçatuba e região por operações realizadas. Uma delas foi em abril de 2019, quando foi deflagrada a operação "Bom de Bico", chefiada por ele, contra uma quadrilha especializada em aplicar golpes na região.

O suposto líder seria um morador em Birigui, na época, que já era conhecido da polícia por furto e receptação de caminhonetes. Também foram presos na ocasião um morador no bairro Clovis Picolotto, em Araçatuba, e o irmão dele, que residia no condomínio à beira mar Riviera de São Lourenço, em Bertioga.

Vítimas

Um posto de combustíveis de Barbosa e uma casa de materiais de construção de Pereira Barreto estariam entre as empresas que caíram no golpe, com prejuízo médio de R$ 13 mil para cada empresa.

A suspeita, de acordo com a polícia, era de que os investigados teriam movimentando mais de R$ 200 mil com a compra de produtos em nome de terceiros, sem o devido pagamento. 

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