Parada
Segundo a médica, durante o procedimento ela deixou a sala de emergência para fazer outro atendimento ao lado, mas passados alguns minutos ela foi chamada pelas enfermeiras, que informaram que o paciente havia entrado em parada cardiorrespiratória.
Teve início o procedimento de reanimação, foi feita a intubação, medicação e até aplicado o choque, atendimento que teria durado cerca de 45 minutos, mas o paciente não resistiu.
A médica declarou o óbito e retornou para a sala do consultório, onde pediu à equipe que chamasse algum familiar para informar a morte.
Revolta
De acordo com ela, ao ser dada a notícia de que o paciente havia morrido, várias pessoas invadiram a sala de emergência e a mulher que se apresentou como filha dele entrou no local onde o corpo estava.
Após encontrar o pai morto, ela retornou ao consultório e, descontrolada, deu um soco no armário de vidro usado para guardar medicações, causando danos.
Agressão
Ainda segundo a médica, essa mesma mulher a pegou pelos cabelos, a arrastou até o local onde o pai dela estava e a jogou sobre o corpo.
A investigada teria permanecido no pronto-socorro discutindo com funcionários e danificado outros objetos, entre eles o desfibrilador e a porta de entrada do Setor de Emergência.
Ela foi apresentada no plantão policial e liberada após ser ouvida. O caso foi registrado como dano e vias de fato.
