Polícia

'Operador' das OSSs investigadas por suposta fraude é preso

Tem endereços em Agudos, Osasco e no Pará; se apresentou à polícia em São Paulo e já está em Araçatuba

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
06/10/20 às 15h55

Um homem de 50 anos, apontado como operador das OSSs (Organizações Sociais de Saúde) investigadas por supostas fraudes para o desvio de dinheiro público da área da Saúde, foi apresentado no plantão policial de Araçatuba nesta terça-feira (6).

Ele está entre os investigados que tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça, era considerado foragido e se apresentou em São Paulo. Porém, não foi localizado durante a Operação Raio X, deflagrada na terça-feira (29) pela Polícia Civil de Araçatuba.

A reportagem apurou que ele possui endereços em Agudos, na região de Bauru; em Osasco; e dois endereços em Umarizal (PA). Ainda de acordo com o que foi apurado pelo Hojemais Araçatuba , o investigado havia viajado para São Paulo um dia antes da operação.

Se apresentou

Ele só se apresentou na segunda-feira no 96º DP (Distrito Policial), instalado no Brooklin, bairro nobre da cidade.

Na madrugada desta terça-feira equipe do GOE/Deic (Grupo de Operações Especiais da Divisão Especializada de Investigações Criminais) de Araçatuba seguiu para São Paulo e retornou no início da tarde trazendo o investigado, que foi apresentado no plantão policial para ser ouvido.

Preso se apresentou em São Paulo e foi trazido para Araçatuba por equipe do GOE/Deic (Foto: Lázaro Jr./Hojemais Araçatuba)
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Núcleo administrativo

Conforme publicado pelo Hojemais Araçatuba , o suposto esquema criminoso seria liderado pelo médico anestesista Cleudson Garcia Montali, de Birigui, e seria dividido em vários núcleos.

Ainda de acordo com o que foi apurado pela reportagem, o investigado apresentado nesta terça-feira pertenceria ao núcleo administrativo e atuaria de maneira ampla defendendo os interesses da organização para expandi-la.

Há indícios inclusive de que estaria relacionado a várias situações de desvio de dinheiro, sendo um dos beneficiários diretos do esquema, o que seria comprovado por meio de depósitos bancários identificados pela investigação.

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