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Diretor do Hospital Auxiliadora reforça formas de prevenir a H1N1

A Secretária Municipal de Saúde, aponta que até o dia 31 de maio, sejam imunizadas 25.430 pessoas inclusas nos grupos de prioridade.

Julia Rafaela e Aurora Villalba  - Hojemais Três Lagoas 
03/05/19 às 08h46
Marco Calderon, coordenador e diretor do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora. (Foto: Aurora Villalba)

No mês de abril, todos os postos de saúde de Três Lagoas entraram em campanha de vacinação contra gripe. Um levantamento feito pala Secretária Municipal de Saúde do município, aponta que até o dia 31 de maio, sejam imunizadas 25.430 pessoas inclusas nos grupos de prioridade.

A campanha que teve início no dia 10 de abril, se dividiu entre dois grupos de maior atenção, as primeiras doses foram aplicadas em crianças de seis meses, seis anos incompletos e gestantes de qualquer tempo de gravidez, já no segundo grupo, foram inclusos idosos e idosas acima de 60 anos, profissionais da saúde, mulheres que haviam dado a luz recentemente, doentes crônicos, professores e professoras da rede pública e particular e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos, em cumprimento de medidas sócio educativas em UNEI (Unidade Educacional de Internação).

Em entrevista para o jornal Hojemais, o coordenador e diretor do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, Marco Antônio Calderon de Moura, reforçou as formas de prevenção da doença.

“Nós precisamos começar a mudar os nossos hábitos, assim como lavar as mãos. Dentro do hospital nós sempre adotamos medidas de prevenção com os nossos colaboradores, mas precisamos nos preocupar com a sociedade também, e pedimos esses cuidados básicos, até mesmo o uso do álcool em gel”. – disse o diretor.

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Além da vacina como forma de imunização e da higienização com frequência para prevenir a doença, profissionais da saúde ressaltam a importância de outros cuidados, assim como evitar locais fechados e com grande concentração de pessoas e procurar não levar as mãos no rosto ou na boca com frequência.

Para aqueles que apresentam sintomas como febre, calafrio, tremores, dor de cabeça mialgia e anorexia ou problemas respiratórios como tosse seca, dor de garganta e coriza, a orientação é que o primeiro atendimento seja feito na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) para depois ser encaminhado ao hospital de acordo com o diagnóstico, evitando assim a superlotação nessas unidades de saúde.

“O hospital ele é curativo, tem todas as partes de atendimento básico, depois tem as partes intermediárias, sendo o primeiro atendimento que é na UPA e depois caso tenha a necessidade é encaminhado para o nosso hospital. Então saiba que nós temos traumas e outros tipos de anomalias que colocam em risco o nosso paciente. ” – finalizou Calderon.

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