Roteiro e Direção: Victor Faria
Produção-Geral: Amaro de Oliveira, Kris Schornobay e Victor Faria
Documentos Reservados, de Aluízio Palmar: https://bit.ly/3tSzx9A Um filme original de HojeMais Maringá Acesse: www.hojemais.com.br/maringa
Roteiro e Direção: Victor Faria
Produção-Geral: Amaro de Oliveira, Kris Schornobay e Victor Faria
Documentos Reservados, de Aluízio Palmar: https://bit.ly/3tSzx9A Um filme original de HojeMais Maringá Acesse: www.hojemais.com.br/maringa
"As Heranças do Silêncio" traz o depoimento de duas pessoas que foram perseguidas durante a Ditadura Militar no Brasil. Aluízio Palmar foi preso, torturado e expulso do país entre os anos 60 e 70. O jornalista Ivan Akselrud de Seixas foi preso ainda adolescente, com 16 anos. Ele foi torturado e viu seu pai ser assassinado durante sessões de tortura. Ficou detido em Taubaté (SP), em uma instituição, durante 6 anos.
"A história desses dois brasileiros, que lutaram contra a opressão militar - entre 1964 e 1985 -, cruzam-se na narrativa de "As Heranças do Silêncio". Algumas cenas deste filme podem causar mal-estar por tratarem de temas sensíveis, como tortura, assassinato e suicídio." Resume Victor Duarte Faria, diretor do documentário.
O filme faz parte do projeto HojeMais.DOC, produzido pelo HojeMais Maringá, como um braço audiovisual da plataforma, que além dos fatos mais relevantes do dia em Maringá e região, também abre espaço para o aprofundamento em temas que extrapolam o jornalismo factual diário e exigem tratamento mais denso.
As peças são produzidas, dirigidas e editadas com a clara intenção de dar espaço ao que normalmente não entra na primeira página do site, mas que faz parte da história e vida das pessoas, são temas relevantes que colocam o leitor diante da imagem e que provocam questionamentos mais profundos. Um produto novo que pretende integrar as mídias dentro da plataforma de notícias, ampliando a atuação jornalística da equipe do site, que conta com Victor Duarte Faria, Amaro Oliveira e Kris Schornobay.
Ricardo Andretto, jornalista e diretor do Sindicato dos Jornalistas do Norte do Paraná, em Maringá, destacou a relevância do tema do filme lançado nesta segunda-feira (17):
"Excelente documentário. Super necessário voltar ao tema. Especialmente para continuar evidenciando o tema aos que estão cegos e fanáticos. Ditadura militar não se comemora. Ditatura militar é história, isso sim. Está aí para ser lembrada e causar repulsa. Repulsa necessária. É preciso se enojar. É preciso ter acesso aos depoimentos dos que sofreram, por mais doloroso que isso seja a eles também. Essas histórias estão vivas, resistem em meio a uma sociedade cada vez mais idiotizada pela tecnologia e na crença das fake news. Mortos não falam, mas se pudessem, ficaríamos ainda mais assustados com os seus relatos."