Economia

Mais de 2 milhões de horas trabalhadas

A Suzano se empenha em pôr em prática estratégias de desenvolvimento social e deixar um legado de boas práticas sociais.

Da Redação
13/01/22 às 11h35

As obras da maior fábrica de celulose em linha única do mundo, em Ribas do Rio Pardo, começaram em maio de 2021 e, desde então, o número de trabalhadores envolvidos na construção cresce a cada dia, devendo chegar a 10 mil pessoas no pico da construção. Se somarmos as horas já trabalhadas de todos os profissionais atuantes no projeto, o número impressiona: até dezembro, foram 2.163.617 horas trabalhadas, o que equivale a 246 anos. E o melhor de tudo: são mais de 2 milhões de horas sem acidentes com afastamento, uma importante marca de segurança do trabalho.

Reconhecimento mundial 

Onde mantém operações, a Suzano se empenha em pôr em prática estratégias de desenvolvimento social e deixar um legado de boas práticas sociais. E a proteção dos direitos de crianças e adolescentes é uma das áreas em que a empresa atua fortemente, principalmente por meio do programa Agente do Bem, lançado em 2015 em parceria com a Childhood Brasil, para a prevenção e o enfrentamento da exploração sexual.

Devido às ações do programa, principalmente no Mato Grosso do Sul, a Suzano foi reconhecida mundialmente no relatório do Global Child Forum, atingindo a terceira    posição  mundial. A companhia liderou todas as categorias do relatório dentre as empresas brasileiras que incentivam a proteção dos direitos das crianças. Em Ribas do Rio Pardo (MS), o programa foi lançado em setembro de 2021 e já mobilizou 3.332 trabalhadores na obra de construção da nova fábrica no município.

Você sabia?

Numa obra do porte do Projeto Cerrado, chama a atenção a intensa movimentação de grandes quantidades de terra (terraplenagem) para adequar o relevo do terreno de acordo com as necessidades da construção das grandes estruturas físicas que compõem uma fábrica de celulose. Até o término da obra serão movimentados 17,7 milhões de metros cúbicos de terra, suficientes para encher uma fileira e meia de caminhões que se estenderia do Oiapoque ao Chuí, ou seja, mais de 6 mil quilômetros de caminhões enfileirados.

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