No dia 14 de maio de 2006, houve uma rebelião que durou cerca de 24 horas na penitenciária de Três Lagoas, que chegou ao fim com a libertação de aproximadamente 100 reféns. A libertação ocorreu minutos depois que a Rotai se preparava para assumir pontos estratégicos dentro do presídio.
O motim foi o maior da história do Brasil, no Dia das Mães, coordenada por faccionados do PCC (Primeiro Comando da Capital) na Capital paulista e com ocorrências em várias outras cidades. Além de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul registrou rebelião em outros três municípios.
A rebelião, que começou por volta das 11h30 daquele domingo, só terminou mais de 24 horas depois. Agentes penitenciários foram mantidos reféns, enquanto presos com faixas do PCC e rostos cobertos anunciavam o motim.
