O cardiologista Halan Castanheira Sampaio, filho de Álvaro Sampaio e Maria Aparecida Castanheira Sampaio, contou um pouco de sua carreira em entrevista ao Arapuá MS.
Nascido em 30 de abril 1973, em Mirandópolis no interior do estado de São Paulo, o cardiologista sempre recebe seus pacientes com um largo sorriso, esbanjando alegria e muita simpatia.
Entre 89 a 90, Halan mudou para Presidente Prudente onde faz cursinho e passou na faculdade Unoeste. Depois de se formar foi para São Paulo onde fez plantões. No primeiro ano ficou estudando, e no outro ano começou a residência médica no hospital chamado Beneficência Portuguesa. Lá, Halan ficou quatro anos fazendo residência e mais um ano trabalhando para poder regressar a Três Lagoas.
No dia 17 de janeiro de 2005 às 17 horas o cardiologista voltou para o município com a ajuda de quatro grandes amigos do peito, que Halan disse gostar muito; os médicos Paulo Carlos Veron da Motta, que é seu grande ídolo, Ary Arão, José Luiz Savazzi, Josino da Cunha Viana e Irmã Norma, que era gestora do Hospital Auxiliadora na época.
“Ser médico, é um caminho árduo, amor à profissão, vocação, muitas vezes salvar uma vida e nem um muito obrigado, mas a sensação de dever cumprido. E o dinheiro que você recebe é um dinheiro de Deus, por isso falo o foco na medicina é ter vocação e ajudar o próximo, por que o que não vem de Deus, ele vai escapar de suas mãos”, disse o cardiologista Halan Castanheira.
Único médico de uma família de docentes, Halan é concursado na Prefeitura de Três Lagoas, presto serviço na Unimed, como gestor e no consultório, atendo em média atendimento de 20 pessoas por dia.
Halan disse que aprendeu um segredo com um medico; “Você não tem que ser o melhor médico, você tem que fazer a diferença”, explicou.
INFÂNCIA
Até os 10 anos, Halan morou em Andradina, onde estudou no tradicional colégio JBC (Escola Estadual João Brembatti Calvoso), naquela época ele tinha um grupo de amigos que adorava se reunir em casa, que ficava duas quadras do colégio JBC.
Halan sempre foi de classe média, filho de professor estadual e posteriormente de Faculdade e pedagoga, alfabetizadora de 1ª a 4ª serie, que sempre lecionou em Andradina, Castilho e por último no projeto Jupiá em Três Lagoas.
Em meados de 85, Halan mudou-se para Três Lagoas, para nunca mais sair. Fez à sétima série e metade da oitava no Colégio chamado Peter Pan, antigo Anglo, com uma juventude bem ativa, jogava bola, andava de bicicleta na cidade inteira, mas só se identificou quando mudou para o colégio chamado Fernando Correa, onde finalizou o colegial, lá descobriu grandes amigos, pessoas simples, humildes e de varias classes sociais, lá que aprendeu a fazer natação e basquete.
“Não era bom em nada, porém jogava tudo, era aquele cara que não despontava em nenhum tipo de esporte, mas todo mundo o queria por perto”, contou.