Dois conselheiros tutelares eleitos no último domingo (6) para assumirem a gestão em 2020 estão envolvidos em polemicas, e um deles tem a chance de ser afastado pelo Ministério Público Estadual.
O primeiro caso envolve uma conselheira tutelar envolvida em um crime de acidente de transito ocorrido em 23 de outubro deste ano. O caso foi denunciado pela ONG Mães Unidas e divide opiniões nas redes sociais.
De acordo com o boletim de ocorrência, a conselheira eleita transitava pela rua João Gonçalves de Oliveira, sentido Vila Nova, e ao chegar no cruzamento com a Avenida Antônio Trajano, invadiu a preferencial e atingiu um ciclista, de 65 anos. A conselheira não é habilitada para dirigir.
A vítima foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) à UPA (Unidade de Pronto Atendimento). De acordo com a família, em decorrência dos ferimentos casados pelo acidente, o idoso precisa passar por um procedimento cirúrgico que custa cerca de R$ 10 mil.
Ainda não se tem informações se a conselheira corre o risco de perder o direito de assumir o cargo.
O segundo caso está relacionado a um conselheiro, este foi denunciado por sua ex companheira pelo crime de violência doméstica e atraso no pagamento de pensão alimentícia.
O caso foi levado ao Ministério Público Estadual e caso comprovado o conselheiro eleito pode nem chegar a assumir o cargo, já que uma lei municipal aprovada em 2012 coloca como condição básica para concorrer ao cargo, que o candidato tenha “ficha limpa”.