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Criança 4 anos está em estado grave após picada de escorpião

A menina reside em Brasilândia e foi picada pela espécie mais venenosa do animal, o Tityus serrulatus, ou escorpião amarelo

Aurora Villalba - Hojemais/ Três Lagoas
20/01/20 às 07h37
Foto ilustrativa

Infelizmente, mais um caso de criança picada por escorpião foi registrada no município de Brasilândia (MS), no dia 17 de janeiro. 

Desta vez, a vitíma é uma menina de apenas 4 anos, que está internada em estado grave no Hospital Regional de Campo Grande.

A garotinha recebeu o primeiro atendimento no Hospital de Três Lagoas, de onde foi transferida para a Capital devido aos cuidados que o caso demanda.

Ainda segundo o Regional, a menina está internada na ala vermelha, mas como a família tem plano de saúde, ela foi transferida para o Hospital da Cassems, também em Campo Grande. 

A espécie que picou a criança é o Tityus serrulatus, ou escorpião amarelo, espécie mais venenosas do artrópode.

Na véspera de Natal, dia 24 de dezembro do ano passado, uma menina de 6 anos foi internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital Regional por conta de picada de escorpião, de espécie menos venenosa.

A menina recebeu alta no início deste mês. O verão é a estação em que a incidência de escorpiões aumenta consideravelmente. O tempo quente e chuvoso, é ideal para o aparecimento do animal peçonhento, que gosta de se abrigar em locais escuros, como lixo, entulhos e dentro de bueiros.

Especialista em toxicologia, o médico Sandro Benites, do Centro Integrado de Vigilância Toxicológica (Civitox), explicou o que fazer caso ocorra a picada de escorpião. “Imediatamente se encaminhar para a unidade de saúde mais próxima. Não esperar os sintomas. Se for criança, a emergência é maior ainda".

A orientação é que, em caso de acidente, a pessoa vá imediatamente até uma unidade de saúde, onde será medicada e ficará em observação para controlar uma possível reação alérgica ao veneno do animal.

Caso seja possível, também é orientado tentar colocar o animal em um recipiente com álcool, evitando contato e novo acidente, e levá-lo ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), para que seja identificado a espécie do animal e definida quais medidas devem ser tomadas para a extinção do artrópode na residência.

Outra recomendação é manter sempre o quintal limpo. Folhas acumuladas, restos de materiais de construções que estão guardados sem utilidade, garrafas e outros inservíveis – itens que permanecem reservados, mas que não têm mais uso – são abrigos perfeitos para os animais.

Latas de lixos e caixas de gordura mal fechadas também, já que nesses locais existem restos de comidas que atraem insetos que são alimentos aos escorpiões.

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