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Dermatologista Dra. Maria Angélica Gorga revela quais cuidados ter para prevenir o Melasma

“Não existem sintomas como dor ou coceira, ou seja, assintomática. Mas ela é visível possibilitando sua identificação visual por meio das manchas amarronzadas na região malar, do buço, no centro do rosto que surgem gradativamente.”

Giovanna Maia - Hojemais Três Lagoas
30/06/19 às 10h10

No Viver Mais desta semana a entrevistada foi a dermatologista da Clínica Corpore, doutora Maria Angélica Gorga, para falar sobre Melasma. A doença consiste em manchas amarronzadas na pele – não somente na face – que precisam ser cuidadas corretamente para que não haja uma piora no caso. Hoje, muitas pessoas possuem a doença não contagiosa e muitas das vezes confundem com as Efélides, conhecidas popularmente como sardas. Confira algumas das questões abordadas na entrevista.

Viver Mais: O que é o Melasma?

Dra. Maria Angélica Gorga: O meslasma é uma patologia, ou seja, uma doença que possui vários fatores desencadeantes. Pode ser por predisposição genética, alterações hormonais, pelo uso de contraceptivos e a radiação ultravioleta, presente no sol, luzes artificiais, luz da tela de celulares e computadores também podem causar a patalogia.

Viver Mais: Quais são os sintomas?

Dra. Maria Angélica Gorga: Não existem sintomas como dor ou coceira, ou seja, assintomática. Mas ela é visível possibilitando sua identificação visual por meio das manchas amarronzadas na região malar, do buço, no centro do rosto que surgem gradativamente.

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Viver Mais: As sardas possuem alguma relação com o melasma?

Dra. Maria Angélica Gorga: Não. As sardas e o melasma são patologias diferentes, mas pode ocorrer casos de pessoas que possuem tanto um quanto outro. As Efélides (sardas) aparecem em pessoas com pele mais clara, de origem europeia, loiras e ruivas que pode surgir com a exposição ao sol que em períodos prolongados pode gerar uma piora. Nesse caso, o uso de fotoprotetores é essencial desde a infância.

Viver Mais: Quem possui uma maior predisposição para desenvolver o melasma?

Dra. Maria Angélica Gorga: É mais comum em adultos e mulheres (homens também podem vir a ter). O estresse também tem sido uma das causas comuns, porque o estresse crônico faz com que libere hormônios, principalmente o cortisol, que irá desequilibrar os outros hormônios levando ao melasma. Então, há pacientes que comentam que durante períodos de muito estresse, embora estejam protegendo e aplicando os medicamentos, notam o aumento dessas manchas na pele.

Viver Mais: Quais cuidados deve-se ter com o melasma?

Dra. Maria Angélica Gorga: Primeiro é procurar um dermatologista. Depois, evite comprar produtos que irritem a pele ou causem vermelhidão, um exemplo são os ácidos. Opte por produtos que correspondam ao seu tipo de pele para usar na sua rotina de cuidados, então se sua pele é mista use produtos específicos, caso contrário o efeito pode ser o reverso e ainda piorar o seu melasma.

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