O percentual de presos trabalhando em Três Lagoas é maior que o registrado em Campo Grande (Gameleira) que atinge 50% e é referência nacional. Ou seja: MS lidera este ranking no país e Três Lagoa está 40% acima da média estadual.
Sales informou que no momento são 13 convênios vigentes, sendo que destes, 9 foram celebrados através do Conselho da Comunidade e 2 pela Agepen, além ainda de um termo de cooperação celebrado com a Prefeitura de Três Lagoas, que oferece emprego para 80 detentos.
Pelos serviços prestados, o preso recebe um salário mínimo e uma ajuda de custo no valor de R$150,00 (cento e cinquenta reais).
“Há quatro anos atrás, quando assumimos a direção registrávamos 30% de presos trabalhando, hoje temos 70%. No âmbito nacional o que ocorre em MS, em especial em Três Lagoas, dificilmente acontece nos semiabertos ou colônias no Brasil que registrem estes percentuais” disse o Diretor.
