Nadir conta que um dos maiores problemas para as crianças portadoras do TEA são os pais que não aceitam o transtorno e se recusam a oferecer o tratamento adequado. Esta atitude impede que a criança consiga progredir de maneira adequada.
Hoje com as intervenções de profissionais especializados como o terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, além da psicopedagoga que auxilia na aprendizagem, a criança consegue se desenvolver e em muitos casos diminuir o nível de intensidade do transtorno.
De acordo com Nadir, a pessoa com TEA é um indivíduo que entende tudo, mas as vezes não consegue se comunicar pois seus assuntos são muito específicos, isso porque eles gostam de determinados assuntos e tem dificuldade de interagir sobre outros pontos.
A Presidente da associação ainda explicou que existem dois tipos de autista, aqueles que não são verbais – que não falam – e os verbais – aqueles que falam corretamente, inclusive pronunciando plurais e termos técnicos que não é comum ouvir de uma criança. Nadir conta que são pessoas muito inteligentes, com capacidade de entender, ouvir e assimilar tudo o que é falado.
“Eles são inteligentes e capazes, só tem uma maneira diferente de ver o mundo” disse Nadir Villalva
As famílias precisam estar conscientes de que precisam trabalhar com os autistas para que eles se tornem pessoas independentes no futuro, capazes de trabalhar, estudar e se sustentar.
