Iniciou a entrevista, ressaltando que antes residir em Três Lagoas, com 16 anos, ele havia trabalhado bastante. Disse que sente orgulho de sua mãe, Jane Margareth Dos Santos, e que ela é seu grande exemplo de vida, sua maior referência e inspiração.
Relembrou com emoção e nostalgia de seu primeiro emprego, em um supermercado, como empacotador, e que não se importava em falar sobre a época que sua vida era difícil e cheia de dificuldades.
Falou da rotina dura, com jornada exaustiva, mas que ele não se importava, inclusive, solicitava aos patrões para trabalhar também aos domingos e ajudar nas entregas, onde ganhava “‘caixinha’ e via seu salário dobrar.
De lá, para cá, sua vida era mesmo só trabalho e o sonho de conquistar uma vida melhor.
