Um crime chocante chocou a população do estado de Alagoas, após uma mulher ser brutalmente assassinada com 30 facadas. O caso foi levado a júri popular para que o responsável seja devidamente julgado e punido.
O bacharel em direito Arnóbio Cavalcante (48), foi condenado pelo Tribunal do Júri da 7ª Vara Criminal da de Maceió (AL), por assassinar, em 2016, sua ex-companheira, a professora Joana de Oliveira Mendes (34). Foram 32 facadas, sendo 30 no rosto.
A pena foi definida em 37 anos, dois meses e sete dias em regime fechado, além de indenização de R$ 150 mil por danos morais a ser paga à família da vítima. Ele foi condenado por homicídio triplamente qualificado:
·* Cometido por emprego de meio insidioso ou cruel;
* Mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido;
* Contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, o feminicídio
A sentença foi lida à 1h20 desta terça (2) pelo juiz Yulli Rotter, que anunciou a pena. O réu permaneceu de cabeça baixa por todo o tempo da leitura. O magistrado destacou a forma como Joana foi morta para ampliar a pena.
“O alto grau de crueldade imposta à vítima foi objetivamente aferido pelo laudo de exame cadavérico e pelo levantamento de local de morte. Adoto assim o agravante de 1/4 da pena por uso desse meio” , conforme a fala do Juiz Yulli Rotter
O crime ocorreu em 5 de outubro de 2016, no bairro do Poço, na capital alagoana, dentro do carro da professora. O acusado estava detido desde dezembro de 2023.
Com informações UOL.
