Nesta quarta-feira (17), é o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia e evidencia a reflexão diante as vitórias conquistadas e das lutas enfrentadas no momento atual. O dia foi escolhido pois, há 33 anos atrás, a Organização Mundial de Saúde (OMS) deixou de considerar a homossexualidade como doença, a retirando do Código Internacional de Doenças.
O ocorrido em 17 de maio de 1990 marcou a data como um símbolo da luta contra a discriminação das pessoas LGBTQIA+, que é celebrado anualmente. Apesar da comemoração, ainda há melhorias que precisam ser feitas.
Em 2022, cerca de 273 pessoas da comunidade foram mortas no Brasil, de acordo com informações divulgadas no Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Dessas vítimas, 58% representam mulheres trans e travestis, sendo o grupo mais atingido pelo preconceito.
Ações de combate e de conscientização são essenciais para mudar essa realidade. Em Três Lagoas, neste mês, foi promovido o 1° Ciclo de Capacitação para atendimento à população LGBT+, com foco aos profissionais de saúde.
