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Você tem informações sobre a morte do promotor Marcelo Pecci? Autoridades oferecem recompensa de R$2,5 milhões

Três pessoas teriam participado do crime e a foto de uma delas foi divulgada, na madrugada desta quarta-feira, 11.

Redação 
11/05/22 às 13h49
Imagem de suspeito de matar promotor paraguaio — Foto: Redes sociais/ Reprodução
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Autoridades colombianas continuam investigando a morte do promotor de justiça paraguaio Marcelo Pecci, assassinado durante viagem de lua de mel na manhã de terça-feira (10). Três pessoas teriam participado do crime e a foto de uma delas foi divulgada, na madrugada desta quarta-feira (11), pela polícia.


A caricatura foi desenhada com base em uma foto do autor, que circula na internet. O anúncio da autoridade local ainda informa que a recompensa de R$ 2,5 milhões é oferecida para quem ajudar com informações que ajudem a prender o autor.


“Ajude-nos a identificá-lo! Este é o retrato falado de um dos supostos autores do homicídio do promotor contra o crime organizado paraguaio, Marcelo Pecci, ocorrido em Barú”, escreveu o general colombiano Jorge Luis Vargas Valencia, ao publicar o retrato falado do suspeito.

Segundo informações da polícia paraguaia, os suspeitos usaram um jetski para poder chegar à praia de Cartagena , onde estava o promotor e sua esposa, a jornalista Claudia Aguilera, que escapou ilesa do atentado.

Por conta do atentado, autoridades colombianas estudam suspender as atividades turísticas na região. O pedido da Procuradoria Geral da República foi enviado ao prefeito William Dau. O documento solicita “a suspensão das atividades de exploração recreativa, esportiva, social e comercial em praias urbanas e rurais e bens públicos, como águas marítimas e áreas de maré baixa, em Playa Blanca, Cholón e outras áreas”.
Pecci, de 45 anos, era o responsável pela Unidade Especializada de Crime Organizado e Narcotráfico do Paraguai. Ele atuou em diversos casos que tiveram repercussão no país. De acordo com textos publicados na página do próprio Ministério Público, Pecci processou pessoas acusadas de pertencer a organizações ligadas ao narcotráfico e de lavar dinheiro para essas organizações.

(*)G1.MS 

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