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Comparsa em assassinato de Pele Negra continua foragido

Crime está proximo de completar seis meses 

Ana Carolina Kozara - Hojemais Três Lagoas
29/01/19 às 14h55
Cantor Pele Negra foi assassinado durante atentado em uma tabacaria de Três Lagoas. (Foto: Favebook)

A morte prematura do cantor Jorge Edson dos Santos Ferreira, 27 anos, popularmente conhecido como “Pele Negra” comoveu Três Lagoas e próximo de completar seis meses de seu assassinato, um dos envolvidos no crime ainda não foi preso e é considerado foragido da justiça.

A informação é da assessoria da 9ª Promotoria de Justiça de Três Lagoas, comandada pelo promotor Moisés Casarotto, responsável pela investigação do caso.

O foragido foi identificado como Jose Edi Gomes de Oliveira Sobrinho e é acusado de dar suporte à Marcio Pereira Viana, 24 anos, apontado como autor dos disparos que matou o cantor e feriu outras duas pessoas que estavam no interior de uma tabacaria.

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Relembre o caso

Marcio e José estariam junto com outros amigos na tabacaria, localizada na Rua Egidio Thomé, quando tiveram um desentendimento com um dos seguranças e foram expulsos da casa.

Inconformados com a situação, José teria ido para sua casa pegar uma arma e entregou para Márcio que efetuou disparos em direção ao portão da tabacaria e acabou ferindo duas pessoas e matando Pele Negra.

Um garçom teve ferimentos leves e o segurança ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Auxiliadora recebeu o tratamento e se recuperou.

Amigos tentaram socorrer Pele Negra, mas o cantor não resistiu e faleceu antes de chegar ao hospital.

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