Natural de Dourados (MS), a DJ Rebeka Episcopo, conhecida como Beka, foi presa na última terça-feira (2), em Portugal, acusada de envolvimento com uma rede de prostituição de luxo que aliciava mulheres brasileiras. A ação da Polícia de Segurança Pública (PSP) resultou na prisão de cinco pessoas, entre elas um policial afastado do serviço.
Segundo o portal Metrópoles, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, e a operação revelou uma série de itens suspeitos, incluindo 107 mil euros (cerca de R$ 642 mil) em espécie, armas de fogo, munições, gás de pimenta, celulares, computadores, tablets, dispositivos de armazenamento, sistema de vídeovigilância, além de dois cheques de 5 mil euros (R$ 30 mil cada).
Além da acusação de exploração sexual, o grupo também é investigado por sonegação à Segurança Social, o sistema previdenciário português. A polícia acredita que a rede possa ter ramificações no Brasil.
Rebeka Episcopo é uma figura conhecida na cena eletrônica europeia e empresária dona de dois estabelecimentos chamados Nuru Spa, localizados em Lisboa e Cascais. Segundo as investigações, ela usava esses espaços para aliciar mulheres brasileiras e promover os serviços de prostituição a clientes de alto poder aquisitivo.
Com mais de 68 mil seguidores no Instagram, Beka compartilhava sua rotina como DJ e empresária de sucesso, cultivando uma imagem glamourosa nas redes sociais. A prisão da artista repercutiu amplamente e trouxe à tona suspeitas sobre o verdadeiro funcionamento dos empreendimentos que administrava.
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