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Três Lagoas registra baixa incidência de dengue nos últimos 14 dias, aponta boletim da SES

Município está entre as cidades de Mato Grosso do Sul com baixa incidência de casos confirmados da doença; Estado soma 1.815 casos confirmados de dengue em 2026.

Da Redação
25/07/26 às 08h27
(Foto: Divulgação)

Três Lagoas está entre os municípios de Mato Grosso do Sul que registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue nos últimos 14 dias, conforme dados do Boletim Epidemiológico da 28ª Semana Epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MS) na quinta-feira (23).

Além de Três Lagoas, também apresentaram baixa incidência de casos confirmados de dengue no período os municípios de Paraíso das Águas, Santa Rita do Pardo, Jaraguari, Fátima do Sul, Angélica, Dois Irmãos do Buriti, Paranhos, Nioaque, Chapadão do Sul, Sidrolândia, Itaquiraí, Ladário, Jardim, Caarapó e Campo Grande.

Em Mato Grosso do Sul, foram registrados 4.718 casos prováveis de dengue em 2026, sendo 1.815 confirmados. Até o momento, não há óbitos confirmados pela doença no Estado, enquanto duas mortes permanecem em investigação.

Já em relação à chikungunya, o Estado contabiliza 12.803 casos prováveis, dos quais 9.686 foram confirmados. Ao todo, foram confirmados 28 óbitos causados pela doença em municípios sul-mato-grossenses. Um óbito ainda está sob investigação. O boletim também aponta 114 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Vacinação contra a dengue

Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e já aplicou 223.322. Desse total, 201.349 doses foram administradas na população-alvo.

O esquema de vacinação é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A imunização é recomendada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

Orientação

A orientação da Secretaria de Estado de Saúde é que pessoas com sintomas de dengue ou chikungunya procurem uma unidade de saúde e evitem a automedicação.

A população também deve contribuir para o combate ao Aedes aegypti, eliminando recipientes que possam acumular água e servir como criadouros do mosquito transmissor das doenças.

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