Acusado de assassinato, o pedreiro Antônio da Silva Maciel, 41 anos, foi a júri popular na tarde desta sexta-feira (1) e sentenciado a 16 anos e 4 meses de prisão em regime fechado.
O pedreiro, conhecido como “Tonhão”, assassinou o campo-grandense Cícero Amaro Barbosa em maio de 2015 depois de uma discussão em um bar no bairro Nossa Senhora das Graças.
Cicero morava em Campo Grande e na data do crime estava em Três Lagoas fazendo uma visita para a mãe. Na noite de 22 de maio foi até um bar nas proximidades do local em que se hospedava e lá teve uma discussão com “Tonhão”.
Depois da briga o pedreiro foi até a sua casa e quando retornou, Cicero foi até seu carro simular que pegaria algo e neste momento foi esfaqueado por “Tonhão”.
O pedreiro fugiu logo após o crime, se escondeu em meio à vegetação na área industrial de Três Lagoas e se apresentou à polícia quatro dias após o assassinato acompanhado de seu advogado.
“Tonhão” aguardava ao processo em regime fechado e retorna ao Presidio de Segurança Média de Três Lagoas.