Um erro ao realizar um pagamento via Pix se transformou em caso de polícia em Bataguassu. Um homem de 25 anos registrou boletim de ocorrência por apropriação indébita depois de transferir, por engano, R$ 925 para uma conta desconhecida, e ser bloqueado ao tentar recuperar o valor.
Segundo o registro feito na Delegacia de Polícia Civil, o caso aconteceu no último sábado (12), por volta do meio-dia. A vítima relatou que, ao tentar efetuar um pagamento, inseriu uma chave Pix errada, vinculada a um número de celular. O dinheiro foi creditado em uma conta identificada como sendo de Rudney.
Assim que percebeu o erro, o jovem tentou contato com o recebedor por diversos canais: telefone, WhatsApp, Instagram e e-mail. No entanto, segundo ele, foi bloqueado em todas as tentativas, ficando sem resposta e sem conseguir reaver o dinheiro.
Diante da negativa de devolução e da falta de comunicação, a vítima procurou a polícia. O caso foi registrado como apropriação indébita e seguirá sob investigação.
O que diz a lei?
De acordo com o artigo 169 do Código Penal Brasileiro, apropriar-se de bem alheio recebido por erro pode configurar o crime de apropriação indébita, com pena de até 1 ano de detenção ou multa. A recomendação das autoridades é que, ao receber um Pix por engano, o valor seja devolvido imediatamente ou que o banco seja acionado.
O que fazer em caso de Pix errado?
- Entre em contato com o recebedor imediatamente.
- Comprove o erro com prints e comprovantes.
- Caso não haja devolução, registre um boletim de ocorrência.
- Informe o banco e peça apoio para estorno.
- Evite realizar Pix sem confirmar a chave e o nome do destinatário.
Informações de Cenário MS
