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Reviravolta: corpo encontrado com tiro de fuzil no rosto não é da Japinha do CV

Investigação confirma que o corpo exibido como sendo de Penélope, conhecida como “Japinha do CV”, pertence a um homem. Jovem não aparece na lista oficial de mortos.

Redação - Hojemais - Três Lagoas 
04/11/25 às 08h26
(Foto: Japinha CV, reviravolta ela não estava entre os corpos encontrados - Imagem: Divulgação)

Uma reviravolta marcou o caso da jovem conhecida como “Japinha do CV”. O corpo encontrado com um disparo de fuzil no rosto durante uma operação policial no Rio de Janeiro não pertence a ela, segundo informações de fontes oficiais. A mulher, identificada pelo apelido Penélope, não aparece na lista de mortos divulgada após a ação, o que levanta dúvidas sobre o seu paradeiro.

A operação que gerou o episódio ocorreu em comunidades da zona norte do Rio de Janeiro, envolvendo forças estaduais e federais. A ação tinha como objetivo o enfrentamento à facção Comando Vermelho, e resultou em dezenas de mortos e presos.

 

Durante os confrontos, imagens passaram a circular nas redes sociais indicando que o corpo de uma mulher vestida com roupas camufladas seria o de “Japinha do CV”, mas a informação foi posteriormente desmentida.

Investigações apontam que o corpo mostrado nas imagens era do sexo masculino. A Polícia confirmou que a jovem apelidada de Penélope não consta entre as vítimas oficialmente reconhecidas até o momento. A confirmação reforça que houve erro na identificação inicial e que a apuração sobre o paradeiro da mulher continua.

Conhecida como “musa do crime”, Penélope ganhou notoriedade nas redes sociais por aparecer armada e fardada em fotos e vídeos, atribuídos a ações do Comando Vermelho. Ela era apontada como integrante da linha de frente da facção, com atuação em áreas dominadas pelo grupo.

 

O interesse em torno de sua imagem aumentou após rumores sobre sua morte durante o confronto, o que intensificou a disseminação de desinformação.

Até o momento, não há confirmação sobre a localização da jovem — se está viva, foragida ou presa. O corpo inicialmente atribuído a ela foi identificado como sendo de um homem, mas as autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre essa vítima.

 

O caso segue em apuração, e novas informações devem ser divulgadas conforme os laudos e relatórios forem concluídos.

A confusão na identificação reforça a importância da verificação de fatos em meio a operações de grande porte. A divulgação precipitada de imagens e nomes pode comprometer investigações e ampliar a disseminação de informações falsas, prejudicando familiares e o trabalho das autoridades.

Com informações adicionais Metropole*

 

 

 

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