O deputado federal pelo PT de Mato Grosso do Sul, Vander Loubet, teria utilizado parte dos valores cooptados junto aos desvios da BR Distribuidora para pagar dívidas de sua campanha à eleição municipal de Campo Grande em 2012, conforme denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República). A informação foi divulgada nesta quarta-feira (13) pelo jornal Folha de S. Paulo, que teve acesso a trecho da denúncia.
O deputado Vander Loubet e outras quatro pessoas, entre elas a esposa Roseli da Cruz Loubet e o cunhado Ademar Chagas da Cruz são acusadas de terem recebido propina com valores acima de R$1 milhão entre os anos de 2012 e 2014. O ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos, ligado ao senador Fernando Collor (PTB-AL), e Fabiane Karina Miranda também foram denunciados.
A Procuradoria pede que o parlamentar seja condenado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e por fazer parte de uma organização criminosa. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavaski, relator da Lava Jato, ainda vai decidir se aceita ou não a denúncia.
O jornal Folha de S. Paulo, revelou que o trecho da denúncia contra Vander cita ainda que o ex-presidente Lula concedeu poder ao senador Fernando Collor (PTB-AL) na BR Distribuidora, em troca de apoio ao governo no Congresso.
O procurador afirma que em troca de apoio à base governista no Congresso, Fernando Collor de Mello,obteve do então presidente da República "ascendência" sobre a Petrobras Distribuidora.
O jornal Folha de S. Paulo, revelou que o trecho da denúncia contra Vander cita ainda que o ex-presidente Lula concedeu poder ao senador Fernando Collor (PTB-AL) na BR Distribuidora, em troca de apoio ao governo no Congresso.
O procurador afirma que em troca de apoio à base governista no Congresso, Fernando Collor de Mello,obteve do então presidente da República "ascendência" sobre a Petrobras Distribuidora.