“Ninguém é dono de ninguém; ninguém é dono do partido”. Foi o que o deputado estadual Angelo Guerreiro (PSDB) declarou à jornalista Aurora Villalba (Hojemais), ao ser questionado sobre a polêmica envolvendo Diretor municipal e o deputado estadual Eduardo Rocha.
CONFIRMADO
“As pessoas tem a sua liberdade, pois vivemos em um País democrático; Cada momento é um momento e todos têm de entende”, completou o parlamentar, confirmando conversa com o diretor tendo em vista a ida deste para o ninho tucano.
PERSEGUIDO
Por fim, sem citar nomes, Guerreiro disse que sabe bem o que é uma perseguição e uma retaliação. “Posso dizer o que fizeram comigo em anos anteriores, quando fiquei praticamente sozinho”, recordou, afirmando que não está tirando ninguém de partido algum.
OLHO NO FUTURO
Por falar em Guerreiro, de forma sutil ele tem preparado o terreno para facilitar e colher em sua almejada administração. Prova disto é que está lutando por recursos para obras de drenagem, que não deve sair tão já. Ele afirma que os últimos administradores focaram em asfalto, mas que os futuros têm de pensar em drenagem, o que muitos evitam, segundo ele, “por ser obra enterrada, que ninguém vê”.
PROS E CONTRA
Se por um lado a saída de Breno César do PT pode representar uma perda de votos para o partido, por outro, deve ter gente comemorando. É o caso de um pré-candidato a vereador que é servidor da Saúde, que vê facilitado caminho para ocupar uma das 17 cadeiras da Câmara.
POUCOS NOMES
De acordo com Jacaré da Lagoa, mesmo a presidente Cristina e Lopes, afirmando que existem outros nomes no PT local, os com potencial seriam mesmo os dois vereadores, sendo que um deve ser candidato a prefeito, sobrando assim a outra vaga que seria disputada entre o referido servidor da Saúde, Yara e a própria Cris. “A não ser que ate o dia 03 de outubro outros nomes de peso ingressem no partido para disputar”, frisa.
RISCO IMINENTE
E o Jacaré vai além: “vale lembrar que se o PT continuar com esse esvaziamento, será difícil sustentar essas duas vagas [na Câmara], levando-se em conta o quociente eleitoral”. E o aligátor finaliza: “eles aqui (em Três Lagoas) não se atentaram para isso, mas a regional está atenta, mesmo por causa da legenda”.