ASSÉDIO
No domingo pela manhã aconteceu a posse dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul, sendo que dois três-lagoenses assumiram um cadeira: o peemedebista Eduardo Rocha e o tucano Ângelo Guerreiro. Aliás, o caubói foi o centro das atenções, assediado pela imprensa e por muitos três-lagoenses que rumaram à Capital para prestigiá-lo.
DESDÉM
Um dos cidadãos que compareceu à posse e, devido a grande quantidade de pessoas, nem conseguiu cumprimenta-lo previu que deverá ser tenso entre os assessores dos deputados daqui. Segundo ele, os assessores do deputado mais antigo ignoraram completamente os calouros, apesar de os gabinetes ficarem distante um do outro.
SEM FOTO
E o clima entre os próprios deputados não deverá ser dos mais amistosos. Prova disto é que, apesar de Guerreiro concordar em tirar uma foto ao lado de Eduardo, uma assessora do caubói solicitou que o fotógrafo não a publicasse.
SEM PARCERIA
Aproveitando esse gancho, um radialista alfinetou: “Se ele não aceita sequer sair em uma foto ao lado do colega peemedebista, como concordará em coligar com o partido dele”. O dito cujo se referiu a uma possível aliança entre o PSDB e PMDB cogitada para as eleições 2016 visando disputar a prefeitura de Três Lagoas.
A CARÁTER
Falando em gabinete, o do caubói é um dos poucos entre os novatos que já está decorado. E, como não poderia ser de outra forma, ao estilo country, com tralhas de montaria e afins, como fora a sua sala na Câmara de Três Lagoas durante os dois anos de mandato de vereador. Tem tudo para ser um ponto turístico dentro da Assembleia Legislativa.
OS CONTEMPLADOS
Ainda sobre o gabinete do Guerreiro, conforme esta coluna havia antecipado, de Três Lagoas apenas a jornalista Luísa Más e o Pereira, chefe de Gabinete, deverão atuar por lá. O restante será da própria Capital. Mas haverá assessores atuando em sua base, como o Silverado, o Ramires e a Miriam, secretária do escritório local, além dos que poderão ser acomodados no Governo do Estado.
TÔ NEM AI!
Presente na confraternização do deputado reeleito Eduardo Rocha, o ex-governador André Puccinelli estava todo animando, pousando para fotos e distribuindo sorriso a todos. “Parecia outra pessoa”, comentou um jornalista. Segundo a tal, não lembra nada alguém que está sendo alvo de severas críticas por parte de seu sucessor.
EU, HEIM!
E parece que a bruxa está solta, com a morte rondando o mundo do jornalismo. Além do “nosso” Fernando Gonçalves, que morreu na última sexta-feira, conhecidos jornalistas do Estado também se encontraram com o “único mal irremediável”, na visão de Ariano Suassuna. Ontem foi a vez de Eduardo Franco e no começo da semana, a do Cronista Esportivo Ramão Cabreira.