Para o jornalista Luiz Correia da Silveira, o Luizinho do Correio de Três Lagoas, a solução definitiva para os desmandos que estão ocorrendo no Brasil é haver uma intervenção militar. “Só os militares mandando bala pra todo lado para colocar o nosso país novamente no eixo”, opina. Para ele, se não ocorrer isso, será impossível controlar o Brasil.
HISTÓRIA
Ao comentar sobre o assunto, Luizinho se recordou do período em que o prefeito João Dantas Filgueiras, de Três Lagoas, foi preso pelo Regime Militar e que teria sido solto graças à intervenção do saudoso Ramez Tebet que, segundo ele, tinha muito moral com os militares. Luizinho diz ter ouvido a história do saudoso jornalista Jesus Hernandez Martins.
SÓ ELE!
Outra informação que diz ter recebido do “velho” Jesus Hernandez é a de que João Filgueiras foi o único prefeito do Brasil que retornou ao cargo após ser preso pelos militares. João Dantas Filgueiras, considerado o Pai dos Pobres, foi prefeito por três vezes.
CARREIRA
Filgueiras venceu as eleições de 1962 para o quatriênio de 1963 a 1967 e 1964, com o advento da ditadura militar, foi afastado do cargo e substituído por Patrocínio de Sousa Marinho. Entretanto, em dezembro do mesmo ano, foi redesignado para o cargo pelo governo ditatorial e pôde terminar o mandato. Nas eleições para prefeito 1969, foi eleito novamente, sem adversário.
PARTINDO
Há um ano o major Guilherme Bottrel Carvalho assumiu o comando da 2ª Infantaria do Exército de Três Lagoas, em 4 de dezembro de 2015. No próximo dia 15 deste mês, entretanto, ele já estará deixando a cidade. Pelas muitas amizades que aqui fez cultivou, vai deixar muitas saudades entre os três-lagoenses.
VISITANTE ILUSTRE
E quem passou o fim de semana em Três Lagoas recentemente foi o juiz federal Fernão Pompêo de Camargo, que está atualmente no interior de São Paulo, mais precisamente, em Campinas. Pompêo deixou saudades aqui na Cidade das Águas, onde atuou na Vara Federal do município pelo período de quatro anos.
PARA REFLETIR
“A cultura é uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo escravo” (António Lobo Antunes)