Quando falamos em obesidade é comum pensarmos que o problema se refere apenas a uma questão estética ou então logo fazemos ligação com a má alimentação. No entanto, existem outros fatores capazes de desencadear a adiposidade (excesso de gordura no organismo) e que devem ser controlados ainda na gestação.
O tema é debatido por médicos do mundo inteiro, devido os números que são alarmantes. Em outubro de 2017 a revista científica The Lancet publicou uma pesquisa onde aponta que a taxa global de obesidade em crianças disparou mais do que o esperado em 41 anos. A pesquisa foi coordenada pela Universidade Inglesa Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
No Brasil, o crescimento segue o mesmo rumo e em menos de uma década a obesidade pode atingir 11,3 milhões de crianças no país, alerta essa divulgada pela Federação Mundial de Obesidade. No entanto, além da obesidade, existem outros pontos que geram preocupação, como as outras doenças que podem se desenvolver em decorrência da condição, ou seja, crianças obesas têm mais probabilidade de desenvolver hipertensão, diabete, acidente vascular cerebral, infarto precoce, alguns tipos de câncer na vida adulta e tendem a uma expectativa menor de vida.
Em 2013 a American Heart Association - High Blood Pressure Research Scientific Sessions também divulgou uma pesquisa onde reafirma que crianças obesas ou com sobrepeso são mais propensas a sofrer hipertensão arterial na idade adulta, em comparação com as crianças de peso saudável.
O estudo começou em 1986 e 1.117 adolescentes saudáveis foram acompanhados durante 27 anos. O resultado na idade adulta mostrou que 119 dos participantes foram diagnosticados com pressão arterial elevada. Destes, seis por cento estava com peso normal quando crianças, 14% estava acima do peso, enquanto 26% eram obesos quando criança, apontou. O que comprovou a relação entre obesidade e hipertensão. (Fonte: American Heart Association - High Blood Pressure Research Scientific Sessions)
No entanto vale ressaltar que existe solução para a redução do problema, a prevenção. Ou seja, a alimentação balanceada, com frutas, legumes e verduras deve ser incentivada ainda na infância. Moderar o consumo de industrializados ricos em gorduras e açúcares também é um boa dica, assim como o estímulo a atividades físicas e um acompanhamento médico, que deve ser realizado periodicamente.
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