AO VIVO
WebTV

“Não existe nenhuma área que a mulher não possa atuar dentro da PRF”

Hojemais recebeu a PRF Julyene Oliveira, nesta sexta-feira (28)

Da redação  - Hojemais Três Lagoas
28/07/23 às 12h53
Imagem: Hojemais

A primeira aprovação de mulheres na Polícia Rodoviária Federal, por meio de concurso público, se deu em 1982, 54 anos depois da criação da instituição. Entretanto, as aprovadas exerciam somente atividades internas, sendo o desejo de uma delas em atuar no patrulhamento das rodovias, que fez surgir a primeira motociclista nos quadros da PRF. Através das lutas travadas por essas pioneiras hoje diversas mulheres ocupam os mais distintos cargos da instituição. 

Atuando em Mato Grosso do Sul, a PRF Julyene Oliveira, destaca a importância do respeito dentro da instituição. A policial, que retorna atualmente da licença maternidade, trabalhou na delegacia durante toda a gravidez, e afirma que tanto a chefia, quanto os colegas de trabalho, sempre a trataram com respeito, sem preconceito ou discriminação. 

Oliveira, que adentrou a instituição pelo concurso de 2021, teve sua formação acadêmica inicial em direito, atuando muitos anos como advogada, inclusive no município de Três Lagoas, antes de adentrar a segurança pública. Além de sua formação acadêmica, a policial realizou o curso de formação da PRF, parte da grande preocupação da instituição com a formação dos profissionais. 

Segundo a policial, a PRF busca sempre a capacitação de seus servidores, sendo que, além da universidade e dos cursos ofertados na modalidade EAD (Ensino a Distância), a PRF se preocupa com a atualização do profissional durante sua trajetória na instituição. “A PRF se atualizou através dos uniformes, da imagem visual, das viaturas, e ela continua atualizando servidores.”, afirmou Oliveira. 

Dessa maneira, os policiais estão sempre contextualizados quanto a sociedade em que estão inseridos, combatendo práticas que ferem os direitos humanos. Destas, a policial destaca o tráfico de pessoas, especialmente de crianças, a prostituição infantil nas estradas e o trabalho escravo. 

“Nós temos essa oportunidade de fazer a fiscalização nas rodovias, meio que as pessoas utilizam para o tráfico de pessoas, inclusive tráfico de crianças. Nós realizamos a abordagem, questionamos todos os que estão no veículo, e assim a gente consegue proteger à sociedade e entregar um bom serviço.” relatou a policial. 

Nesse contexto, a atuação feminina ganha importante destaque, presente em todas as áreas do combate à criminalidade. Segundo Oliveira, exceto pela menor exigência no teste de aptidão física, “não existe nenhuma área que a mulher não possa atuar dentro da PRF”, sendo que estas podem, segundo a policial, “chegar em qualquer área da PRF, operacional, administrativa, ou do nosso contingente ordinário também.”.  

Julyene Oliveira é inspiração para as mulheres que desejam seguir carreira na Polícia Rodoviária Federal, e incentiva todas a seguirem esse sonho, afirmando que, “a PRF é uma excelente instituição, e com certeza ela vai encontrar satisfação profissional aqui no departamento.”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
 RECOMENDADO PARA VOCÊ
 EM DESTAQUE AGORA
VEJA TODOS OS DESTAQUES
 ÚLTIMAS EM WEBTV
Franquia:
Três Lagoas MS
Franqueado:
Empresa Jornalística e Editora Hojemais Ltda.
01.423.143/0001-79
Editor responsável:
WESLEY MENDONÇA SRTE/SP46357
atendimento@agitta.com.br
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.