A defesa do vereador Mario Henrique Cardoso, o “Mario Gay”, afirma que ele é vítima de perseguição política por seu partido (PPS) e articulada por conta da sua mudança de grupo.
Mário conseguiu eleger-se pelo PPS, partido que apoiou o candidato derrotado nas últimas eleições, Flávio Amorim, mesmo antes da posse, Mário teria demonstrado afinidade pelo grupo político vencedor, que elegeu a prefeita Tamiko Inoue (PC do B). Segundo ele, teve que brigar para manter seu mandato e filiação contra os argumentos apresentados pelo PPS e o surgimento de uma suposta "carta de desfiliação".
Na época, Mário já foi defendido pelo advogado Gustavo Corazza, e teve sentença favorável do Juiz Eleitoral Leandro Augusto Gonçalves Santos, que consideração a manifestação expressa do vereador, que não concordou nem assinou o pedido de desfiliação, nem tinha intenção de desfiliar. A decisão manteve a filiação de Mário e seu mandato de vereador.
A defesa relata que após esse "rompimento ideológico", ele passou a sofrer perseguição por um grupo de mulheres, encabeçada pela mãe de um ex-assessor que passaram a ir a Câmara com cartazes contra ele. A defesa afirmou que a perseguição é por conta do equilíbrio das votações na Câmara e que o vereador é vítima deste esquema.
As "Mulheres de Preto" seriam responsáveis por provocar o vereador insistentemente e mobilizar a cassação do vereador, evitando o outro caminho que seria a expulsão do vereador do PPS, para que o partido não perca o direito à cadeira.