Ciência e Tecnologia

Inteligência Artificial geral

"Este termo IA não é novo, surgiu há cerca de 70 anos e existem dois tipos dessa inteligência, um é conhecido como IA fraca, que é justamente essa que conhecemos ou utilizamos mais comumente"

Cássio Betine*
29/05/22 às 11h30

Você deve saber que a Inteligência Artificial está presente em nossas vidas já faz um tempo. Podemos percebê-la nos bots (diminutivo de robots) de atendimento, nos softwares sofisticados e gerenciamento de tarefas e processos, nos programas de reconhecimento de imagens, textos e falas, e por aí a fora. Pelo jeito vai estar cada vez mais presente, pois cientistas, pesquisadores e engenheiros estão trabalhando a todo momento para aperfeiçoar ao máximo essa tecnologia.

A Inteligência Artificial é um conceito da computação que consiste na capacidade das máquinas em interpretar dados externos, aprender a partir dessa interpretação e utilizar esse aprendizado para resolver tarefas específicas com o propósito de atingir objetivos determinados. Em outras palavras, ela busca fazer com que as máquinas pensem como os seres humanos, de maneira lógica e racional.

Este termo IA não é novo, surgiu há cerca de 70 anos e existem dois tipos dessa inteligência, um é conhecido como IA fraca, que é justamente essa que conhecemos ou utilizamos mais comumente. Ela é fraca porque depende de respostas pré-definidas, considerando sempre opções condicionadas, definidas pelos tais algoritmos. 

(Foto: Pixabay)

É chamada fraca porque pode somente processar dados e fornecer algum tipo de resultado, não tendo autoconsciência para tomar decisões.

Por outro lado, a Inteligência Artificial forte envolve a criação de sistemas complexos capazes de raciocinar e resolver problemas, ou seja, ela é autoconsciente – e é por isso que é polêmica. Ela é controversa, uma vez que levanta discussões já conhecidas como o conceito de consciência nas máquinas e também por apresentar possíveis problemas éticos decorrentes da criação de sistemas que sejam diferenciáveis dos seres humanos do ponto de vista cognitivo.

A Inteligência Artificial forte e as discussões que a envolvem são um tema muito abordado na ficção científica: ‘Eu, Robô’ e ‘O Homem Bicentenário’ e ‘A. I. – Inteligência Artificial’, são bons exemplos disso.

Um ponto comum para a existência e atividade de ambas inteligências é a internet. Elas utilizam dessa gigantesca rede de comunicação e da infinita base de dados dentro dela para coletar, processar, analisar e responder a algum tipo de situação.

A questão é como impor limites para uma Inteligência Artificial geral que pode “pensar sozinha”.

(Foto: Arquivo pessoal)

*Cassio Betine é head do ecossistema regional de startups, coordenador de meetups tecnológicos regionais, coordenador e mentor de Startup Weekend e pilot do Walking Together. Cássio é autor do podcast Drops Tecnológicos

** Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião deste veículo de comunicação.

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