Ciência e Tecnologia

Metaverso do Facebook 

"O termo pode ser referir à convergência da realidade física (real), a virtual e a aumentada. Tudo isso em um único lugar, que vai poder conciliar o mundo físico num espaço totalmente virtual, mas com sensações reais"

Cássio Betine 
01/08/21 às 17h00

Você já deve ter ouvido falar em universo, multiverso etc., mas metaverso é bem novo, não é mesmo? Mas isso tem justificativa. A palavra vem da junção de metadados e universo. 

Mark Zuckerberg, dono dessa rede social que possivelmente você ou, no mínimo, alguém que você conhece, também utiliza, teve a brilhante ideia de criar um novo mundo. Isso mesmo. Vou explicar já do que se trata, mas antes vamos fazer uma referência nos propósitos ambiciosos de algumas pessoas que habitam esse mundo.

Elon Musk, dono da Tesla, da Space-X, quer colonizar marte. Além de desenvolver carros elétricos e autônomos, ele acredita que será necessário termos um plano B para esse planeta chamado terra. E está avançando em seus estudos e experimentos para conseguir a façanha de colonizar outros planetas pelo Espaço. Henrique Campos, regional manager da Space-X aqui no Brasil, disse em uma fantástica reunião da comunidade Walking Together , a qual participei também, que isso acontecerá, inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde.

Jeff Bezos, dono da Amazon, participou dias atrás, da primeira viagem turística espacial e voltou com algumas ideias alucinantes. Segundo ele, é necessário que movamos todas indústrias poluentes que existem no mundo para o espaço ( ouça sobre esse assunto no meu podcast ).

(Foto: Divulgação)

Agora, Zuckerberg anunciou que vai criar (e já estão trabalhando nisso) o tal do metaverso. E o que é isso? 

O termo pode ser referir à convergência da realidade física (real), a virtual e a aumentada. Tudo isso em um único lugar, que vai poder conciliar o mundo físico num espaço totalmente virtual, mas com sensações reais.

Segundo ele, "estamos a mediar as nossas vidas e comunicação através destes pequenos e brilhantes retângulos (os smartphones). Penso que esta não é a forma que as pessoas foram feitas para interagirem”.

Ele vai além, afirma que podemos pensar nesse novo mundo como uma internet incorporada, onde em vez de apenas vermos conteúdos e trocar alguma interação, poderemos fazer parte dele por meio de experiências imersivas que causarão a sensação de estarmos fisicamente em outros lugares. Como eles vão fazer isso? Não sei.

Para completar, ele diz que essa tecnologia proporcionará grandes oportunidades para criadores de conteúdo e artistas; para pessoas que desejam trabalhar longe dos centros urbanos e para as que residem em locais onde as oportunidades educacionais ou de entretenimento são limitadas. 

Diz ainda que “um metaverso pode ser a coisa mais próxima de um dispositivo de teletransporte”.

O que você pensa sobre isso?

(Foto: Arquivo pessoal)

*Cássio Betine é head do ecossistema regional de startups, coordenador de meetups tecnológicos regionais, coordenador e mentor de Startup Weekend e pilot do Walking Together. Cássio é autor do podcast Drops Tecnológicos.

** Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião deste veículo comunicação.

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