Cotidiano

Ritinha Prates faz campanha para encontrar cápsula do tempo

Caixa com jornal, fotos e carta foi enterrada no terreno da entidade há 42 anos 

Manu Zambon  - Hojemais Araçatuba 
02/04/19 às 18h23
Um dos idealizadores afirma que a caixa foi enterrada na frente da sede, na rua Wandenkolk (Foto: Divulgação)

A Associação de Amparo ao Excepcional Ritinha Prates pede ajuda à população para encontrar cápsula do tempo, enterrada há 42 anos na sede, em Araçatuba (SP). O projeto contou com três idealizadores, sendo que apenas um está vivo e não se recorda o ponto onde a caixa foi colocada.

Quem tiver informações sobre o artefato, pode entrar em contato com a entidade pelos telefones (18) 3117-3627 ou (18) 3636-1722, pelo e-mail gestaodepessoas@ritinhaprates.org.br, pelo site ou pela página do Facebook.

Quem também souber de alguma cena ou passagem dos tempos iniciais da Ritinha Prates, pode procurar a entidade.

A caixa foi enterrada como parte da celebração que marcou a inauguração da sede em 23 de outubro de 1977. “Estamos pedindo às pessoas que estiveram na inauguração ou conhecidos delas, que tenham informações sobre o episódio da cápsula, que entre em contato conosco”, fala a presidente da entidade, Maria Aparecida Nascimento Xavier.  

Na época, os idealizadores do projeto eram José Américo do Nascimento (pai de Maria Aparecida), Elpidio Pedroso e Alice Prates. Na caixa, eles incluíram um jornal do dia, fotos, objetos daquela época e uma carta contando o que os fundadores esperavam da entidade no futuro.

Não há registro se havia uma data programada para a abertura da cápsula.

Imagem mostra cápsula do tempo sendo enterrada na inauguração (Foto: Arquivo)

Livro

A ideia de encontrar a caixa veio com a publicação do livro “Incondicional”, lançado em 2017 pelo jornalista Marcelo Teixeira, que conta a história da entidade.

“Eu já tinha ouvido o meu pai falar sobre isso, há muito tempo, mas não havia atentado para o fato de a cápsula nunca ter sido encontrada. O assunto só voltou à tona dado o livro da história da entidade, lançado em 2017, quando completamos 40 anos. Mas, desde então, não conseguimos encontrar ninguém que se lembre de onde a caixa foi colocada”.

Nestes dois anos após o lançamento da obra, a entidade procurou familiares e conhecidos de quem participou da inauguração, mas sem resultado. José Américo é o único idealizador que está vivo, mas não se recorda o ponto preciso da inserção do objeto. Ele acredita que tenha enterrado a cápsula na parte da frente da sede, na rua Wandenkolk. Mas devido a obras e reformas, o prédio está diferente da estrutura que foi inaugurada em 1977.

A cápsula do tempo é usada para organizar previsões e esperanças em determinado projeto. Para a cápsula do tempo, pode ser usada até uma simples caixa de sapato.

O idealizador deve ter em mente que a criação de uma cápsula para uma viagem no futuro é realmente uma aventura de dois lados envolvendo ele e quem vai descobrir isso no futuro.

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