Uma das ações foi visitar escolas do bairro, no caso as Emebs (Escolas Municipais de Ensino Básico) Euza Neuza Marcondes e Esther Gazoni, foi oferecer uma oficina de teatro aos estudantes, em parceria com voluntárias do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial). Ela iniciou a divulgação da atividade, que aconteceria na biblioteca, e muitos alunos começaram a conhecer o espaço por meio disso.
Outro projeto que Cláudia destaca é com a pianista e professora Maria Zei Biagioni, que desenvolveu uma atividade com o Hino Nacional com as crianças das escolas, no ano passado. Participaram 30 estudantes, sendo que desse número, 10 começaram a frequentar a biblioteca.
Mais uma iniciativa aconteceu com a ajuda da biblioteca municipal Rubens do Amaral, que cedeu alguns contadores de história para o espaço no Hilda. E por meio da AAL (Academia Araçatubense de Letras), integrou o projeto “Jovens Escritores”, que resultou na criação de um jornal. A ideia é retomar a atividade no ano que vem.
“A biblioteca é bastante ativa. Se eu fosse esperar que eles (estudantes) viessem por conta própria, sentassem e lessem, não vem ninguém”, destaca Cláudia.
