Odiado por uns, amado por outros, o horário de verão 2019 chega ao fim neste domingo (17). Isso significa dizer que à meia-noite de sábado (16), para domingo, o relógio deve retornar para 23 horas. A medida começou a valer em 4 de novembro de 2018.
Moradores de Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal - locais onde o horário de verão opera - ganharão uma hora a mais no sábado.
Com o fim do horário de verão 2019, o Nordeste do País volta a ficar com o mesmo horário de Brasília. Já o leste do Amazonas e os Estados de Roraima e Rondônia ficam com uma hora a menos; enquanto o Acre e o oeste do Amazonas, duas horas atrás.
A depender das configurações, a alteração nos relógios pode ser automaticamente feita pelas operadores de telefonia. Mas é preciso ficar atento e checar se de fato os aparelhos celulares tiveram o horário atualizado.
O término do horário de verão ocorre pouco mais de três meses após a implementação da medida.
Quais Estados adotam o horário de verão?
A data chegou a ser adiada após um pedido do MEC (Ministério da Educação) para que a mudança de horário não prejudicasse as provas, mas na última segunda-feira (15), o Palácio do Planalto informou que a data oficial para o início do horário de verão será o dia 4 de novembro.
O Nordeste volta a ficar com o mesmo horário de Brasília. Já o leste do Amazonas e os Estados de Roraima e Rondônia ficam com uma hora a menos; enquanto o Acre e o oeste do Amazonas, duas horas atrás.
Por que existe e quando foi criado o horário de verão?
Criado com a finalidade de economizar energia e aproveitar o maior período de luz solar durante os meses mais quentes do ano, quando os dias também são mais longos, a medida foi adotada no Brasil pela primeira vez em 1931 e adotada em caráter permanente a partir de 2008.
Como é definida a duração do horário de verão?
A decisão ocorre por decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União.
O horário de verão 2019 foi o último ou continuará nos próximos anos?
Em 2017, o presidente Michel Temer chegou a estudar acabar com o horário de verão. O motivo é a mudança no padrão de consumo de energia da população, cujo pico de consumo passou a ser entre 14 horas e 15 horas. A constatação foi do ONS (Operador Nacional do Sistema). Antes, era das 17h às 20h, o que justificaria a manutenção da medida.
Mesmo assim, o ministro de Minas e Energia à época, Fernando Coelho Filho, encerrou a polêmica e preservou a prática. Filho anunciou ainda que seria feita uma consulta à população para avaliar a continuidade do horário de verão.
Este ano, caberá ao governo do presidente Jair Bolsonaro decidir se o horário de verão continuará ou não.