Polícia

Dono de barbearia é preso pela PM com cocaína e revólver em Valparaíso

Arma pertencia a um policial civil de Três Lagoas e havia sido extraviada em julho de 2015

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
16/04/23 às 14h54
Arma pertencia a um policial civil e estava com 3 munições intactas (Foto: Divulgação)

A Polícia Militar de Valparaíso (SP) prendeu no início da noite de sábado (15), um jovem de 23 anos, acusado de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Com ele foi recuperado um revólver calibre 38 que pertencia a um policial civil de Três Lagoas (MS).

Segundo a polícia, durante patrulhamento preventivo equipe passou por uma barbearia na rua Sinval Rocha e suspeitou do investigado, que seria proprietário do estabelecimento, e foi visto passando algo para outra pessoa no corredor de acesso ao imóvel.

Como já havia denúncia de que o local seria utilizado para o tráfico de drogas, o jovem foi abordado e trazia nove pinos com cocaína no bolso da bermuda. Com o outro rapaz nada de irregular foi encontrado.

Ainda segundo a polícia, durante a ocorrência a companheira do investigado chegou à barbearia e os policiais o ouviram dizer a ela para ir à residência do casal retirar os "bo" . A jovem teria saído do prédio e passado a realizar ligações telefônicas na frente da barbearia.

Arma

Diante da suspeita os policiais foram até o imóvel, que fica na mesma rua, e realizou buscas com autorização do casal. O revólver calibre 38 estava dentro de uma meia, no guarda-roupa do casal. Ele tem capacidade de seis tiros e estava com três munições intactas.

O jovem foi levado ao plantão policial de Araçatuba e alegou ter pago R$ 1.800,00 pelo revólver, mas não consta no boletim de ocorrência se ele relatou quem seria o suposto vendedor. Em consulta ao sistema foi encontrado registro de extravio da arma, que pertencia a um policial civil de Três Lagoas. O registro foi feito em 2 de julho de 2015.

O delegado que presidiu a ocorrência decidiu pela manutenção da prisão do investigado. Devido à soma das penas ser superior a 4 anos de prisão em caso de condenação, não houve fiança e o acusado permaneceu à disposição da Justiça.

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