Polícia

Jovem é preso por agredir a mulher e derrubar filho de colo no chão

A própria mãe do acusado chamou a polícia por não concordar com as agressões do filho, que seria usuário de drogas

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
22/06/20 às 11h47

Um eletricista de 24 anos foi preso na noite de domingo (21), em Araçatuba (SP), acusado de agredir a companheira dele, uma autônoma de 31 anos. Segundo a vítima, que está grávida de quatro meses, ele segurava o filho do casal no momento da agressão e o deixou cair no chão.

O casal reside no bairro São Rafael e participava de uma festa na casa de um vizinho quando o acusado teria pedido R$ 190,00 para a vítima.

Ela disse à polícia que, por ele ser usuário de drogas, recusou e foi agredida com um soco no rosto. Como o eletricista segurava o filho do casal no colo no momento da agressão, ele deixou o menino cair. Na queda, a criança teve ferimentos no rosto.

Mais agressões

Após ser agredida, a mulher disse que pegou o filho e foi para casa, mas foi seguida pelo companheiro, que voltou a agredi-la. Quando ela pegou o celular e disse que chamaria a polícia, o acusado tomou o aparelho da mão dela e o jogou contra a parede, danificando-o.

Em seguida, ele a agarrou pelo pescoço e disse que iria matá-la. O acusado ainda passou a arrastar a vítima pelos cabelos, arrancando um “tufo” que ficou caído no sofá da casa.

Assim que ele parou as agressões e saiu da casa, ela pediu ajuda ao vizinho, que chamou a sogra dela. A mulher foi à casa da nora, a levou para casa dela, no bairro Primavera, onde chamou a polícia.

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Preso

Os policiais encontraram a vítima na casa da sogra. Ela estava ferida, assim como o filho, e contou que o acusado estaria na residência do casal.

Os policiais o encontraram na rua quando seguiam para a casa dele e o detiveram. Ele foi levado para o plantão policial, ficou preso, sem direito a fiança e deve ser indiciado por lesão corporal dolosa, ameaça e dano.

O delegado plantonista representou pela prisão preventiva do investigado e a mulher representou pelas medidas protetivas previstas na lei Maria da Penha.

Equipe do Instituto de Criminalística realizou perícia na residência do casal e no celular da vítima.

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