A Polícia Civil de Araçatuba (SP) prendeu na tarde de quarta-feira (6), uma mulher de 39 anos, moradora no bairro Mão Divina, acusada de tráfico de drogas, e apreendeu pouco mais de 250 gramas de cocaína, além de 3 mil pinos plásticos utilizados para fracionar o entorpecente.
O flagrante foi feito por equipe da Dise/Deic (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), que iniciou o trabalho de inteligência após informações de que uma jovem de 21 anos e a mãe dela, que foi presa, estariam utilizando a própria casa para armazenar e distribuir entorpecentes.
Foram realizadas diligências no local com apoio da DH/Deic (Delegacia de Homicídios), do GOE/Deic (Grupo de Operações Especiais) e da DIG/Deic (Delegacia de Investigações Gerais). Durante as investigações, foi apurado que o entorpecente que seria comercializado por elas, possivelmente seria de propriedade do marido da mulher que foi presa.
Cocaína
Na tarde de quarta-feira, durante as diligências, os policiais viram a mulher chegando em casa carregando sacolas e entrar no imóvel. Eles decidiram fazer abordagem e, ao descerem da viatura, viram a filha dela na área externa. Eles se identificaram e foram autorizados a entrarem na residência.
A mulher foi encontrada em um dos quartos, ao lado de uma cama onde havia uma sacola com cocaína em pó, aproximadamente 3.000 pinos plásticos vazios utilizados para fracionar o entorpecente, R$ 20,00 em dinheiro e celulares.
Entre os aparelhos, havia um iPhone e um Samsung que seriam de propriedade da filha da acusada. Ao ser questionada, a jovem alegou que havia discutido com a mãe dela momentos antes, por não concordar com a presença de entorpecentes na casa.
Assumiu
Segundo a polícia, a mãe dela assumiu espontaneamente a propriedade da droga e teria confessado que estava comercializando o entorpecente, mas negou a participação do marido dela. Ainda de acordo com a polícia, essa mesma mulher foi presa recentemente por tráfico de drogas e obteve a liberdade provisória em audiência de custódia.
Ela foi apresentada no plantão policial, teve a prisão confirmada e novamente permaneceu à disposição da Justiça. A filha dela foi ouvida como testemunha e liberada, mas um inquérito será instaurado e os celulares apreendidos serão periciados.
