Polícia

Preso com pornografia infantil tem fiança de R$ 10 mil paga pela mãe

Foi surpreendido pelos policiais do GOE/Deic quando visualizava fotos de meninos nus no notebook no quarto dele

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
18/08/21 às 09h24

O homem de 34 anos que foi preso na manhã de terça-feira (17) em Araçatuba (SP) após ser flagrado com conteúdo de pornografia infantil armazenada no computador dele foi posto em liberdade após o pagamento de R$ 10 mil de fiança. A reportagem apurou que o dinheiro foi apresentado à polícia pela mãe dele.

O flagrante foi feito por equipe do GOE/ Deic (Grupo de Operações Especiais da Divisão Especializada de Investigações Criminais) durante cumprimento a mandado de busca e apreensão em uma residência na rua Carmem Miranda, bairro Rosele.

Segundo o que foi informado pela polícia, a investigação teve início após a Interpol, que é a polícia internacional, identificar o acusado e apontar três possíveis endereços relacionados a ele, que estaria armazenando ou compartilhando fotos e vídeos de crianças ou adolescentes em cenas de sexo ou pornografia.

Flagrante

Os investigadores conseguiram confirmar que o acusado residia no Rosele e durante cumprimento ao mandado judicial, o surpreenderam no quarto dele, vendo fotos de garotos nus. As imagens estavam em um notebook sobre a cama dele. Junto havia três celulares e um HD externo também apreendidos.

Ainda de acordo com a polícia, o próprio investigado confirmou que havia material de sexo ou pornográfico com crianças ou adolescentes no computador e indicou onde o material estava armazenado. Em análise os policiais encontraram dezenas de vídeos e fotos aparentemente de crianças ou adolescentes.

O homem foi apresentado no plantão policial, teve a prisão confirmada pelo delegado e a fiança foi arbitrada em R$ 10.000,00, já que a pena máxima por armazenar esse tipo de material é de 4 anos de prisão em caso de condenação.

Como a mãe do investigado esteve na delegacia e apresentou o dinheiro, ele responderá em liberdade. Um inquérito foi instaurado e se constatado que o acusado também compartilhava tal material, a pena poderá chegar a 6 anos de prisão em caso de condenação.

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