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Casos de dengue e Chikungunya aumentam em áreas rurais

Levantamento revela desafios no controle das doenças em MS

Da redação - Hojemais Três Lagoas
01/04/25 às 08h14
Imagem: Divulgação

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) identificou um aumento significativo nos casos de dengue e Chikungunya em áreas rurais do Estado. O mapeamento busca localizar os focos de transmissão e permitir que as equipes de saúde municipais adotem medidas de controle mais eficazes e adaptadas a cada região.

Segundo a gerente de Doenças Endêmicas da SES, Jéssica Klener, a identificação precisa dos focos é essencial para a implementação de ações rápidas e específicas, reduzindo os impactos dessas doenças. A preocupação aumenta devido à grande extensão territorial das áreas rurais, o que dificulta o combate aos criadouros do mosquito Aedes aegypti.

De acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), os casos de dengue foram registrados em 19 assentamentos, 17 aldeias e 130 fazendas e sítios. Os municípios com maior número de casos confirmados na área rural são:

Miranda (53)

Aquidauana (19)

Sete Quedas (11)

Chapadão do Sul e Aparecida do Taboado (8 cada)

Paraíso das Águas (7)

Ribas do Rio Pardo (6)

Paranaíba, Brasilândia e Itaquiraí (5 cada)

A situação é especialmente preocupante em Miranda e Aquidauana, onde a maioria dos casos se concentra em aldeias indígenas, exigindo atenção especial das autoridades de saúde.

Já os casos de Chikungunya se espalham principalmente pelos municípios de:

Maracaju (19)

Tacuru (8)

Dois Irmãos do Buriti (7)

Bonito (6)

Pedro Gomes (5)

Em Maracaju, 22,6% dos casos notificados foram positivos. Houve ainda um óbito registrado na zona rural de Dois Irmãos do Buriti.

Medidas de controle e prevenção

Diante desse cenário, a SES reforça a necessidade de intensificar campanhas de conscientização e mutirões para eliminação de focos do mosquito. As prefeituras também devem ampliar o atendimento nas unidades de saúde, especialmente nas localidades mais afetadas.

A secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone, destaca que o mapeamento permite um uso mais eficiente dos recursos, tornando as ações mais eficazes. Além disso, ressalta que o combate ao Aedes aegypti exige o envolvimento da comunidade para prevenir novos surtos e proteger a saúde da população.

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