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Com balões e carreata, servidor público é recepcionado em casa após vencer Covid-19

Flávio Bazé ficou 9 dias internado, sendo 4 deles na UTI. Ele teve 50% do pulmão comprometido

Hojemais Três Lagoas - Guta Rufino
31/05/21 às 14h14

Depois de 9 dias internado com Covid-19, o servidor público Flávio Bazé de Albuquerque, 48, teve uma recepção de boas vindas em casa, pela sua família, que enfeitou a sala com balões e organizaram uma carreata para comemorar sua vitória contra a doença que já matou 462 mil pessoas no Brasil.

Depois de dois dias que apresentou os primeiros sintomas da Covid-19, Flávio, foi para o Hospital da Cassems, por apresentar 50% do pulmão comprometido. Foram 9 dias internado, sendo 4 deles na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Alguns colegas de trabalho testaram positivo, então eu fiz o exame. Eu tive dor de garganta e sintomas parecidos com rinite”.

Flávio relembra os momentos de incerteza no hospital. “Eu fiquei com muito medo, ainda mais quando o médico avisou que eu teria que ir para a UTI, mas todo o carinho e dedicação dos profissionais de saúde do hospital me acalmaram e fizeram ter esperança. Eles foram verdadeiros anjos. Em todos esses dias internados a coisa que mais fiz foi pedir para Deus me deixar voltar para casa, para minha família”.

Outro motivo que Flávio teve para não perder as esperanças durante a luta contra a covid-19, foi o exemplo de sua sobrinha, filha de seu irmão gêmeo, Fábio. Entre os meses de fevereiro e março, Laura de Souza Albuquerque, 21, precisou antecipar o parto aos 7 meses de gestação e foi internada na UTI de um hospital em Franca, depois de ser contaminada pelo vírus. Ela venceu a doença e pôde pegar o filho Davi Lucca no colo pela primeira vez depois de 17 dias do nascimento. “Sem dúvidas a Laurinha me inspirou bastante. Ela é uma guerreira”.

E foi na sexta-feira (28), que Flávio recebeu a notícia que havia vencido a Covid-19 e receberia alta. “Meu irmão e minha esposa foram me buscar no hospital. Eu abracei os dois com toda força que eu tinha naquele momento. Quando cheguei em casa, minhas filhas, Yasmin e Emily me abraçaram. Meu netinho Antony, estranhou o tamanho da minha barba e disse: ‘obrigada por voltar, vovô’. Foi emocionante”, comemorou.

Ainda com sequelas, ele se recupera agora mais aliviado, ao lado da família, que não perdeu a fé nem por um minuto, inclusive junto aos amigos, fizeram uma corrente de oração. “A gente se preocupou desde o início, tanto com ele quanto com o pessoal de casa, porque nossas filhas tem asma, mas graças a Deus elas fizeram o exame e deu negativo”, disse a esposa de Flávio, Amanda Ribeiro de Jesus Albuquerque, 44, professora. Ela já recebeu a primeira dose da vacina.

Amanda conta que foram dias difíceis, mas que sua crença e confiança nos áudios da equipe médica que relatava a melhora rápida de Flávio que a deixaram de pé. “Meu corpo ainda sente toda a tensão desses dias. Não consigo descrever tudo o que passamos e sentimos, mas Deus cuidou da gente e nos deu força nesses dias de incerteza”, concluiu.

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