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Governo Federal recompõe R$ 977 milhões no orçamento de universidades e institutos federais

A recomposição foi comemorada pela Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), que destacou que a medida é resultado de diálogo entre o governo federal e as universidades.

Da Redação
21/01/26 às 14h19
(Foto: Arquivo)

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (19) a recomposição de R$ 977 milhões no orçamento das universidades e institutos federais para o ano de 2026. Durante o anúncio, o ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o compromisso do governo com o fortalecimento das instituições de ensino superior públicas.

Por meio das redes sociais, o ministro detalhou a destinação dos recursos. Do total recomposto, R$ 218 milhões serão aplicados em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), R$ 230 milhões irão para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), responsável pela concessão de bolsas a estudantes de pós-graduação, e R$ 488 milhões serão destinados ao custeio das instituições.

A recomposição foi comemorada pela Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), que destacou que a medida é resultado de diálogo entre o governo federal e as universidades.

O orçamento havia sofrido cortes aprovados pelo Congresso Nacional no ano passado, o que representaria uma redução de R$ 11,4 milhões para as duas universidades federais de Mato Grosso do Sul. A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) teria um corte de R$ 8,2 milhões, enquanto a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) perderia R$ 3,2 milhões em relação ao valor inicialmente previsto.

Após o anúncio do corte, no fim de 2025, a reitora da UFMS, Camila Ítavo, alertou para a necessidade de revisão do planejamento institucional. “Esse cenário impõe desafios adicionais à gestão universitária, especialmente na manutenção da infraestrutura, no custeio de serviços essenciais e na garantia das condições necessárias para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa, da extensão e da inovação”, afirmou à época.

As universidades federais também destacam que o orçamento de 2025 já estava abaixo do necessário para a manutenção das atividades em níveis considerados adequados. O MEC reconheceu que as instituições ainda enfrentam os impactos da redução orçamentária ocorrida entre 2016 e 2022 e afirmou que, desde 2023, vem adotando medidas para recuperar gradualmente os recursos destinados ao ensino superior.

Com informações de Campo Grande News

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