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Ministério da Educação prorroga prazo para adesão de cursinhos populares à Rede Nacional

Para auxiliar no processo de inscrição, o MEC disponibilizou um guia com o passo a passo para o cadastro no sistema.

Da Redação
02/03/26 às 08h04
(Foto: Reprodução/ CPPF)

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até quarta-feira, 4 de março, o prazo para que cursinhos populares se inscrevam na edição de 2026 da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP).

As adesões devem ser feitas exclusivamente de forma online, pelo Sistema da Rede Nacional de Cursinhos Populares, utilizando login da plataforma Gov.br. No momento da inscrição, é necessário informar dados básicos da instituição, além de informações sobre equipe, estudantes atendidos e atividades desenvolvidas.

Apoio técnico e financeiro

A CPOP oferece suporte técnico e financeiro a cursinhos pré-vestibulares populares e comunitários de todo o país, com o objetivo de preparar estudantes em situação de vulnerabilidade social para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil.

Na última edição do programa, 92,4% dos bolsistas da CPOP participaram do Enem, conforme divulgado por Agência Brasil.

Para auxiliar no processo de inscrição, o MEC disponibilizou um guia com o passo a passo para o cadastro no sistema.

Edição 2026

Para 2026, o MEC prevê apoio a 514 cursinhos populares. 384 já recebem suporte técnico e financeiro e permanecerão no programa, 130 novos cursinhos serão selecionados nesta edição.

O investimento total previsto para este ano é de R$ 108 milhões.

Os cursinhos que já integram a rede podem solicitar a prorrogação do apoio federal, desde que apresentem relatório final das atividades e tenham a prestação de contas aprovada.

Quem pode participar

De acordo com o edital, podem concorrer ao apoio do governo federal:

  • Cursinhos populares legalmente registrados;
  • Cursinhos informais (por meio de instituição operadora);
  • Iniciativas vinculadas a projetos ou programas de extensão;
  • Redes de cursinhos populares.

As propostas devem priorizar estudantes de escolas públicas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (PCD) e candidatos com renda familiar per capita de até um salário mínimo (R$ 1.621 em 2026).

A iniciativa reforça a política de ampliação do acesso ao ensino superior, com foco na inclusão social e na redução das desigualdades educacionais.

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