Júlia Rosa estudante de enfermagem na UFMS que sofreu um tipo de embolia em um dos pés relutou por semanas para não assinar o termo de amputação uma vez que os médicos constataram que seria o melhor, já que o seu pé não tinha irrigação sanguínea e estava entrando no processo de mumificação o que vinha também já tomando uma coloração preta correndo o seu risco de aumentar para os demais membros tipo canela coxa e podemos dar uma infecção generalizada. Infelizmente, apesar dos esforços dos médicos, ela precisou amputar o pé. A cirurgia teve a duração de 2 horas. Ela já se encontra no quarto do hospital e sendo monitorada pela equipe médica. Ainda ficará na Santa casa de campo grande até que possa receber alta e retornar à Três Lagoas.