No último sábado (16), foi comemorado o Dia Nacional dos Ostomizados, pessoas que necessitam de uma bolsa (ostoma) unida cirurgicamente ao corpo para eliminar os dejetos do organismo.
E, para celebrar a data ativista da causa, Ana Paula Batista, moradora em Brasília (DF), lançou um desafio nas redes sociais para que ostomizados postassem fotos revelando aos amigos que fazem uso de bolsas coletoras.
Em Três Lagoas, apenas duas internautas aceitaram o desafio, e tornaram público que fazem uso de bolsas de colostomia. Um delas, é Milene Mello Campos Guielebo, 34 anos, uma três-lagoense corajosa que deixou de ser 'invisível', após abandonar o medo de ser discriminada, e se juntar as milhares de pessoas ostomizadas no Brasil que lutam todos os dias, contra o preconceito, por politicas públicas e manutenção de seus respectivos direitos.
Em sua postagem na página no Facebok, Milene Guielebo revelou que durante apenas 7 anos de sua vida ela não fez uso de bolsas de coletoras, que havia sido submetida a 22 cirúrgias, e recentemente, apesar de ter realizado ato cirúrgico para a reconstrução retal, a chamada reversão, que após um período, a mesma voltou a usar as bolsas, mas agora em definitivo.
São quase 2.000 pessoas ostomizadas atendidoas pelo SUS em MS e o custo mensal mais baixo com o material é de R$ 370,00 e o mais alto pode chegar a cerca de R$ 3.700.
Veja abaixo a postagem corajosa de Milene Guielebo: