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Impugnação: MP pede esclarecimento de eleição no Camelô

O Ministério Público fez uma notificação dando 10 dias para o esclarecimento do que aconteceu no pleito que teve a Chapa 2 impugnada

Emily Custódio - Hojemais Três Lagoas
19/09/20 às 07h14

No dia 4 de setembro foi realizada a eleição para presidência da Associação do Shopping Popular (Camelô) de Três Lagoas. No dia 15 de setembro o Ministério Público fez uma notificação dando 10 dias para o esclarecimento do que aconteceu no pleito que teve a Chapa 2 impugnada.

De acordo com a presidente atual da Associação, Alessandra Cruz - que também encabeçava a Chapa 1 – ela e a presidente da Chapa 2 foram chamadas pela Comissão Eleitoral, dois dias antes da eleição, e informadas que devido à quatro irregularidades a Chapa 2 estaria impugnada.  

“Nós da Chapa 1 também ficamos surpresos, pois tivemos quatro meses para nos adequarmos”, disse Alessandra.

A Chapa 1 foi eleita com 48 votos. Sendo que dos 94 associados, 57 compareceram a votação, 7 votaram branco e 2 nulos.

A candidata a presidente da Chapa 2, Ellen Cristina de Paula, não concorda. De acordo com ela, o aviso de impugnação foi feito às 17h do dia anterior à eleição, e não foi de forma oficial.    

“Eles me informaram que dois integrantes das chamas não eram associados. Oque que não verdade, um deles é fundador da Associação e o outro já foi presidente”, contou Ellen.

Ela contou que foram três irregularidades apontada, que a outra seria a falta de pagamento da taxa da Prefeitura: “Também não cabe impugnação sobre isso, já que a Prefeitura não interfere em questões da Associação. Tanto que começamos a pagar essa taxa só em junho deste ano”.

Outro fato que a presidente da Chapa 2 disse ter estranhado foi que, mesmo sendo avisada às 17h – do dia anterior à eleição - que sua Chapa estava impugnada, no dia da eleição as cédulas de votações continham apenas a Chapa 1.

“É difícil imprimir as cédulas tão rapidamente, durante a noite. E todos os empecilhos colocados mostram que eles esqueceram de ler o estatuto”, disse Ellen.

A equipe de jornalismo do Hojemais entrou em contato com a presidência da Comissão Eleitoral, para esclarecer os procedimentos realizados e as cláusulas do estatuto, mas até o fechamento deste jornal não obtivemos respostas.

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