O júri popular do baterista Luís Alberto Bastos Barbosa, acusado de matar a marteladas e ocultar o corpo da jovem Mayara Amaral foi adiado depois de um recurso impetrado pela defesa do réu. O julgamento deveria acontecer nesta quinta-feira (1º).
A defesa entrou no Tribunal de Justiça com um recurso, e assim, adiando o júri que agora só deve acontecer em 2019. O baterista será julgado pelos crimes de furto e ocultação/destruição de cadáver, com emprego de fogo, além de homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio.
Mayara foi morta a marteladas no dia 25 de julho de 2017, segundo um dos suspeitos, também foi esganada. Luís Alberto Bastos Barbosa, de 29 anos; Ronaldo da Silva Olmedo, de 30 anos, e Anderson Sanches Pereira, 31 anos, foram presos em flagrante pelo crime no dia 26 de julho. Mas, após as investigações, foi concluído que Luis agiu sozinho, roubando R$ 17,3 mil em bens da vítima.
A defesa de Luís teve como estratégia “culpar as drogas” pelo crime. Foi pedido à Justiça que o músico passasse por avaliação de sanidade mental por acreditar que o baterista teria cometido o crime “motivado por um distúrbio muito além de sua vontade”.