Segundo o procurador-geral da Justiça de São Paulo, Gianpaolo Smaio, afirmou que ainda não é possível apontar se houve regularidade na ação da polícia militar em um baile funk em Paraisópolis, que terminou com nove jovens mortos.
Um inquérito investigativo foi aberto na última segunda-feira,2, pelo Ministério público de São Paulo, a ação dos militares acarretou em mais duas investigações, uma na Corregedoria da Polícia e outra no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os policiais envolvidos na chacina foram afastados das ruas, mas seguem em serviços administrativos em suas corporações.
INFORMAÇÕES OCULTADAS
Uma informação que também deverá ser investigada é a de que um bombeiro cancelou uma chamada ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) durante a ação policial, alegando que a polícia já tinha socorrido os feridos. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo confirmou que encaminhou uma ambulância ao local após o registro de solicitação na central na madrugada de domingo (1º), mas que a solicitação foi cancelada.
Quatro declarações de óbito revelam que as vítimas morreram por asfixia mecânica. Essa, no entanto, é a descrição que consta na declaração de óbito das quatro vítimas, sem considerar os laudos do Instituto Médico-Legal, que ainda estão sob análise e não foram divulgados.
(*) com informações de Agência Brasil